O MEI é uma porta de entrada excelente para quem está começando: burocracia mínima, imposto fixo mensal e acesso a benefícios do INSS. Mas ele tem limites, e quando o negócio cresce, insistir nele pode custar caro (multa, desenquadramento retroativo e cobrança de impostos atrasados).
Os limites do MEI em 2026
- Faturamento anual de até R$ 81.000,00 (R$ 6.750/mês em média).
- Apenas 1 funcionário contratado (com salário mínimo ou piso da categoria).
- Somente atividades permitidas pela tabela do MEI.
- Não pode ser sócio, titular ou administrador de outra empresa.
5 sinais de que chegou a hora de migrar
- Você passou (ou vai passar) do limite de faturamento. Até 20% de excesso: paga um DAS complementar. Acima disso: desenquadramento retroativo.
- Precisa contratar mais gente. Segundo funcionário exige outro regime.
- Grandes clientes pedem nota com mais detalhes. Empresas maiores costumam preferir prestadores no Simples.
- Sua atividade não é permitida no MEI ou entrou em uma nova frente que exige outro CNAE.
- Você quer abrir sociedade ou entrar como sócio em outra empresa.
O que muda no Simples Nacional?
No Simples Nacional, o imposto deixa de ser fixo e passa a ser proporcional ao faturamento, seguindo a tabela do seu anexo (I a V). Prestadores de serviço, na maioria, ficam no Anexo III ou V, com alíquotas que começam em torno de 6% e crescem por faixa.
Como fazer a migração sem susto
- Peça um diagnóstico contábil com projeção de faturamento.
- Compare a carga tributária MEI x Simples no seu anexo real.
- Solicite o desenquadramento do MEI pelo portal do Simples Nacional.
- Ajuste os CNAEs e a natureza jurídica no contrato social.
- Contrate uma contabilidade para as novas obrigações mensais.
Se quiser saber em qual anexo o seu negócio cai e quanto pagaria hoje, fale com a ContVaz. Fazemos o diagnóstico gratuito e explicamos, sem enrolação, se compensa migrar agora ou esperar mais alguns meses.
